Toda reforma subestima duas coisas: o prazo e a poeira. E os móveis que ficam no meio do caminho pagam o preço das duas.
Cobrir com plástico dentro de casa segura poeira grossa, mas não segura umidade nem o risco de tinta respingar em coisa que devia continuar limpa. Pra reformas que mexem em mais de um cômodo, tirar o móvel de circulação de verdade costuma sair mais barato que parecer, principalmente quando entra na conta o tempo que a obra ganha de espaço livre pra trabalhar sem desviar de sofá.
Um box temporário aguenta a reforma inteira sem pressa: sem contrato longo, com acesso pra pegar algo específico se precisar no meio do processo, e sem devolver o móvel só quando a pintura secar de vez.